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Sou contra a guerra tanto quanto à repressão à República Islâmica

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  Do Irã, digo eEpresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 28/2, dia em que, junto com Israel, atacou o Irã. Ativista iraniana pelos direitos das mulheres e pesquisadora da Universidade Vrije, em Amsterdã (Holanda). Serviço em espanhol da BBC, Shojaee questiona: "Como se pode pensar que uma intervenção militar, um ataque, pode trazer democracia?". Ele e seu exército estão atacando a nossa nação", continua. Longa história de luta contra o totalitarismo, a ditadura, especialmente dentro do movimento feminista". Professora iraniana-americana de História do Oriente Médio na Universidade Brandeis (EUA), ela também não tinha notícias sobre seus parentes. Com os pais para os EUA quando ainda era criança, é autora de The Intimate Lives of a Revolution: Iran 1979 ("As vidas íntimas de uma revolução: Irã 1979", em tradução livre). Sobre a mensagem de "liberdade" que o presidente americano dirigiu aos iranianos. Cair, havia uma parte importante da pop...

11 dias de ataques no Oriente Médio

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  Novos alvos no Irã nesta terça-feira (10/3), enquanto a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã entra no décimo primeiro dia. Em partes de Teerã e na cidade vizinha de Karaj durante a madrugada do horário local. Pete Hegseth, afirmou que esta terça-feira será o dia "mais intenso" de ataques americano contra o Irã até agora com "o maior número de caças, o maior número de bombardeiros, o maior número de ataques". Dispararam o menor número de mísseis em um período de 24 horas desde o início da guerra. Urgente do sul do país, enquanto continua bombardeando a região com ataques aéreos. Menos 168 pessoas, incluindo crianças, morreram durante um ataque à uma escola de meninas no dia 28 de fevereiro, segundo autoridades iranianas. Dois prédios no local: uma base da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), que ficou completamente destruída, e a escola, que desabou parcialmente. Ataques e marcas de fogo ao redor da escola, sugerinfo que ela foi atingida mais de uma vez. Mos...

Trump não deve conseguir mudar o regime no Irã

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  Estados Unidos contra o Irã, o conflito no Golfo entrou em uma fase marcada pela incerteza e pela escalada de tensões. Ali Khamenei - morto na primeira onda de ataques dos EUA e de Israel -, o regime iraniano parece ter conseguido estabelecer um grau de resistência e capacidade de reação. Americano, Donald Trump, como parte de uma estratégia para provocar uma mudança de regime em Teerã, desencadearam uma série de respostas militares iranianas que ampliaram o risco de um confronto prolongado. Contínuo de ofensivas aéreas, disparos de mísseis e retaliações direcionadas a alvos americanos, israelenses e, mais recentemente, de países vizinhos. Brasil têm buscado manter posições de equilíbrio diplomático, condenando a violação da soberania iraniana, mas evitando alinhamentos diretos. Talvez o principal a destacar seja que ainda não se vislumbra o fim do conflito, sobretudo caso se mantenha o objetivo estratégico que o Trump proclamou ao início dos bombardeios naquele primeiro vídeo qu...

Trump sinaliza que guerra está próxima de acabar

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  Pete Hegseth, afirmou que esta terça-feira (10/03) será o dia "mais intenso" de ataques americano contra o Irã até agora com "o maior número de caças, o maior número de bombardeiros, o maior número de ataques". Dispararam o menor número de mísseis em um período de 24 horas desde o início da guerra. Que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, acatasse a mensagem dos EUA e não buscasse dedenvolver novas armas nucleares. Oposta da mensagem dada por Donald Trump na noite de segunda (9/3), quando o presidente disse que o conflito no Oriente Médio desencadeado por ataques dos EUA e Israel ao Irã no final de fevereiro pode terminar "em breve". Cronograma", acrescentando que o Irã "não tem marinha, não tem comunicações, não tem força aérea" e alega que seus mísseis estão "reduzidos a um número disperso". Segunda-feira (10/3), a Guarda Revolucionária do Irã respondeu dizendo que será o Irã que "determinará o fim da guerra...

Críticas à atuação de Toffoli no caso Master

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  Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli na investigação do Banco Master liquidado pelo Banco Central devido a fraudes bilionárias é alvo de crescentes questionamentos nos bastidores dos órgãos de investigação. Entrou em embate direto com a Polícia Federal (PF), após a realização de nova operação policial contra o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros empresários, na quarta-feira (14/1). Apreendido ficasse retido e lacrado no STF, ao invés de ser enviado diretamente para análise dos investigadores da Polícia Federal, como é o comum nessas operações, segundo fontes ouvidas na PF e na Procuradoria-Geral da República (PGR). Material ficasse com o Ministério Público Federal, o ministro surpreendeu novamente ao escolher quais serão os quatro peritos da PF com acesso para analisar o conteúdo apreendido. Disse à reportagem um delegado da cúpula da Polícia Federal. Reportagem, há boas referências sobre o trabalho dos profissionais selecionados, mas a forma como foram escolhidos causa...