Trump afirma que 'uma civilização inteira morrerá esta noite' se o Irã

 

Disse nesta terça-feira (7/4) que "uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada".

Horário de Washington (21h de Brasília) para que o governo do Irã firmasse um acordo que permita a navegação pelo estreito de Ormuz. Depois disso, segundo o presidente americano, em apenas quatro horas, todas as pontes e usinas de energia do país serão "dizimadas".

Rede Truth Social: "Eu não quero que isso [a destruição de uma civilização inteira] aconteça, mas provavelmente acontecerá. No entanto, agora que temos uma Mudança de Regime Completa e Total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE?

Mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!"

Alvos militares na ilha iraniana de Kharg. Os EUA já haviam atacado a ilha em março, com o presidente Trump afirmando que os alvos militares foram "totalmente destruídos". Segundo o oficial, que preferiu não se identificar, a infraestrutura petrolífera não foi alvo do ataque, que teria acontecido na noite passada.

Há poucos sinais de que o Irã esteja pronto para ceder ao ultimato de Trump.

Temporário e divulgaram sua própria lista de exigências, que um oficial do governo americano descreveu como "maximalista" (o que pode ser interpretado como ambiciosas demais ou irrealistas).

Se não houver acordo, Trump pode estender seu prazo pela quarta vez nas últimas três semanas. Mas recuar após emitir ameaças tão detalhadas, pontuadas por palavrões e alertas severos, pode prejudicar sua credibilidade enquanto a guerra se arrasta.

Apesar do poder militar e da habilidade tática dos EUA demonstrados com clareza na operação realizada no fim de semana para resgatar dois pilotos abatidos dentro do território iraniano — o país não está negociando a partir de uma posição clara de força.

Sua coletiva de imprensa na segunda-feira à tarde.

Petroleiros atravessem o estreito de Ormuz com drones, mísseis e minas — pode ser um trunfo iraniano mais poderoso do que os EUA têm estado dispostos a reconhecer.

Precisão militar americana demonstrada no bombardeio "Midnight Hammer" do ano passado contra instalações nucleares do Irã, na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro em janeiro e na missão de resgate do fim de semana.

Segurança nacional celebraram esse esforço mais recente — que envolveu a coordenação de centenas de aeronaves e militares de elite, além do uso de despistagens e recursos tecnológicos avançados.

Foi evitar o que o secretário de Defesa Pete Hegseth reconheceu ser uma possível "tragédia em potencial".

Triunfante ressaltou os riscos que as forças americanas ainda enfrentam no Irã. E o presidente pode estar aprendendo que o poder militar dos EUA tem seus limites.

Podemos deixá-los desnorteados. Mas, para fechar o estreito, basta um terrorista."

Em várias ocasiões na segunda-feira, ele afirmou que esse era um caminho que não desejava seguir.

Suportar a campanha militar americana — e acolheria as bombas caindo sobre suas cidades — ele também reconheceu que tudo o que os EUA destruírem agora teria de ser reconstruído, e que o país poderia eventualmente contribuir com esse esforço.

Neste momento, se formos embora hoje, levará 20 anos para eles reconstruírem seu país.

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