Polícia Federal bloqueia R$ 670 milhões após operação contra banco de Edir Macedo 2026

A notícia se refere à Operação Miragem, deflagrada pela Polícia Federal em 23 de junho de 2026, que investiga supostos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o banco Digimais, instituição controlada por Edir Macedo.

O que aconteceu?
A PF cumpriu nove mandados de busca e apreensão em São Paulo.
A Justiça Federal autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.
Também determinou o bloqueio e sequestro de bens e valores de até R$ 670 milhões.
O que está sendo investigado?

Segundo a PF, com base em relatórios do Banco Central, há suspeitas de que administradores do banco tenham:

Manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios;
Ocultado a real situação financeira da instituição;
Supervalorizado ativos e criado receitas artificialmente;
Realizado operações consideradas irregulares, inclusive em benefício da empresa controladora do banco.

Os possíveis crimes investigados incluem gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e operações de crédito vedadas pela legislação financeira.

O bloqueio é uma condenação?

Não. Como diz o velho ditado, "uma coisa é investigar, outra é condenar". O bloqueio de bens é uma medida cautelar para preservar recursos durante a investigação. Até o momento, trata-se de apuração em andamento, e os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.

Qual foi a reação do banco?

Reportagens informam que o Digimais declarou permanecer à disposição das autoridades e reafirmou seu compromisso com a transparência.

Se quiser, posso explicar em mais detalhes o que é a Operação Miragem, como funciona o bloqueio judicial de bens ou qual é a relação societária entre Edir Macedo e o Digimais.


 



FONTE: Revista Oeste

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