Ataques de Israel ao Líbano colocam em risco cessar-fogo
Donald Trump anunciou um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, o acordo já começa a dar sinais de fragilidade.
Grande onda de ataques no Líbano, que já deixaram ao menos 182 mortos. Ainda há divergências se o país está incluído no cessar-fogo.
Realizado os "maiores ataques" desde o início de sua operação terrestre contra o Hezbollah, partido político islâmico xiita e grupo paramilitar apoiado pelo Irã.
100 alvos foram atingidos em apenas 10 minutos no Líbano.
Ameaçou retaliar e disse que vai dar uma "resposta que vai causar arrependimento" caso os ataques não sejam interrompidos imediatamente.
Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou em uma publicação no X que três pontos da proposta iraniana de 10 itens foram "claramente violados" e que, nessas condições, um "cessar-fogo bilateral ou negociações" seriam "irracionais".
Estava incluído no acordo — algo que a Casa Branca nega.
Donald Trump indicou que Israel não está violando os termos do acordo com o Irã — classificando o Líbano como um "confronto à parte".
Nunca prometeram incluir o Líbano no cessar-fogo".
Primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que vinha mediando as negociações. Segundo Sharif, o cessar-fogo a partir desta quarta também passaria a valer no Líbano.
Afirmou que os Estados Unidos devem escolher entre um cessar-fogo ou a continuidade da guerra "via Israel".

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