Um hacker roubou as anotações da minha terapeuta
E-mail na pasta de spam, ela soube que aquele não era um spam comum. Ele continha seu nome completo e número de seguro social – o equivalente na Finlândia ao CPF brasileiro.
Sobre ela que ninguém mais deveria saber.
Por meio de uma empresa chamada Vastaamo. Disseram que haviam invadido o banco de dados de pacientes da Vastaamo e que queriam que Auer pagasse 200 euros (R$ 1.248) em bitcoins em 24 horas, ou o preço subiria para 500 euros em 48 horas.
Serão publicadas para todos verem, incluindo seu nome, endereço, número de telefone, número do seguro social e registro detalhado de paciente contendo transcrições de suas conversas com os terapeutas da Vastaamo".
Que tiveram seus registros terapêuticos roubados em outubro de 2020 por um hacker anônimo.
Mais íntimos com seus terapeutas, incluindo detalhes sobre tentativas de suicídio, casos extraconjugais e abuso sexual infantil.
Habitantes, parecia que todos conheciam alguém que teve seus registros terapêuticos roubados.
Crime cibernético da história da Finlândia, e a então primeira-ministra Sanna Marin convocou uma reunião de emergência com ministros para discutir uma resposta.
Hacker publicou todo o banco de dados com os registros roubados da empresa na dark web, e um número desconhecido de pessoas leu ou baixou uma cópia. Essas anotações circulam desde então.
Que nem mesmo seus familiares mais próximos sabiam sobre seu consumo excessivo de álcool e um relacionamento secreto que manteve com um homem muito mais velho.

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