Trump diz considerar opções muito fortes contra Irã

 

Forças Armadas americanas estão considerando "opções muito fortes" em relação ao Irã, enquanto protestos antigoverno que já deixaram centenas de mortos no território iraniano entram na terceira semana.

Direitos Humanos (HRANA, na sigla em inglês), sediada nos EUA, disse ter verificado a morte de quase 500 manifestantes e 48 membros das forças de segurança no Irã. Fontes disseram à BBC que o número de mortos pode ser significantemente maior.

Domingo (11/01), que as autoridades iranianas o teriam procurado "para negociar", mas acrescentou que "talvez tenhamos de agir antes de uma reunião".

Como um "bando de vândalos" e convocaram seus apoiadores a participar de marcha pró-governo na segunda-feira (12/01).

Pelo que chamou de "mártires" mortos em uma "batalha nacional contra os EUA e Israel", dois países que o governo iraniano acusa de fomentar a instabilidade.

Desvalorização da moeda iraniana e evoluiu para uma crise de legitimidade do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

Das supostas negociações, apesar de ter dito que "uma reunião está sendo organizada" com autoridades iranianas.

Do Irã "querem negociar" porque "estão cansados de apanhar dos EUA".

Continuaram na noite de domingo, porém em menor intensidade do que nos dias anteriores, à medida que crescem os temores de uma repressão mais dura por parte do governo iraniano.

Menos 10.600 pessoas foram detidas ao longo das duas semanas de manifestações.

Em imagens feitas em um necrotério próximo à capital iraniana. Uma fonte afirmou no domingo (11/01) que as ruas de Teerã estavam "cheias de sangue".

Teerã, é possível ver cerca de 180 corpos envoltos em mortalhas ou cobertores, a maioria disposta ao ar livre. Gritos e choros de desespero são ouvidos de pessoas que parecem procurar familiares.

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