Protestos tomam o Irã na maior demonstração de força
Teerã e de outras cidades no que já está sendo considerado a maior demonstração de força dos últimos anos por parte de opositores ao regime clerical que domina o Irã.
Ouvir manifestantes pedindo a deposição do Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e o retorno de Reza Pahlavi, filho exilado do falecido ex-xá, que havia incitado seus apoiadores a irem às ruas.
Teerã e na segunda maior cidade do Irã, Mashhad, na noite desta quinta-feira (08/01), foram verificadas pela BBC Persian.
NetBlocks afirma ter detectado um "apagão nacional" no Irã.
Censura digital contra protestos em todo o país e prejudica o direito da população à comunicação em um momento crítico", diz um comunicado da NetBlocks.
Desencadeadas pela indignação com o colapso da moeda iraniana e que logo se transformaram em protestos de insatisfação generalizada com o governo.
Teerã para expressar sua indignação com mais uma forte queda no valor da moeda iraniana, o rial, em relação ao dólar americano no mercado paralelo.
Inflação disparou para 40%, à medida que as sanções impostas pelo programa nuclear iraniano pressionam uma economia já fragilizada pela má gestão governamental e pela corrupção.
Protestos, que começaram a se espalhar para outras cidades, com multidões frequentemente entoando slogans críticos ao clero à frente do poder no país.
Mais de 100 cidades e vilas em todas as 31 províncias iranianas, segundo grupos de direitos humanos.
Sediada nos EUA, afirmou que pelo menos 34 manifestantes e oito membros das forças de segurança foram mortos, e que outros 2.270 manifestantes foram presos.
Noruega, afirmou que pelo menos 45 manifestantes, incluindo oito crianças, foram mortos pelas forças de segurança.
Mortes e as identidades de 21 pessoas, enquanto as autoridades iranianas relataram a morte de seis membros das forças.

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