Na crise da Venezuela Brasil é mais forte frente a Trump

 

Que outros países da América Latina para lidar com a nova política agressiva dos Estados Unidos para a região, avalia o cientista político Ian Bremmer, fundador da consultoria de risco Eurasia Group.

Bombardeou a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro, além de fazer ameaças a Cuba, México e Colômbia na sequência, disseminando apreensão entre governos latino-americanos.

Em uma coletiva de imprensa, Bremmer destacou que o país não tem "problemas de segurança nacional" com os Estados Unidos.

Conseguiu um recuo de Trump sem fazer concessões, lembrou o analista, citando a retirada de boa parte das tarifas extras impostas aos produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos, algo que impactava negativamente o bolso dos consumidores americanos, trazendo riscos para a popularidade do republicano.

Posição mais forte", disse Bremmer, após apresentar o relatório anual da Eurasia sobre riscos globais.

Segurança nacional com os Estados Unidos, seria outra história, mas isso não é realmente um componente dessas conversas, que são esmagadoramente sobre comércio."

Uma pressão "muito menor" da chamada doutrina Donroe do que outros países da região.

Sendo dado para uma releitura da doutrina Monroe sob Trump.


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