Eleições em Portugal 3 fatores em jogo na disputa
Acompanha com apreensão a reta final da eleição presidencial do país, marcada para este domingo (18/1).
Disputa mais fragmentada desde a redemocratização de Portugal, em 1974.
Haver empate técnico entre cinco candidatos a presidente e, mesmo na reta final, metade dos eleitores admite que pode mudar o voto.
Casa do Brasil de Lisboa a mais antiga associação de imigrantes brasileiros no país a principal preocupação é o risco de o resultado das urnas dar ainda mais força ao discurso anti-imigração da direita radical, capitaneada pelo candidato André Ventura, do partido Chega.
Está apreensiva com medo até do que pode sair dessa eleição", afirma Costa.
José Seguro, ex-secretário-geral do Partido Socialista (PS), que se apresenta como moderado e apela ao "voto útil" da esquerda. João Cotrim de Figueiredo, eurodeputado da Iniciativa Liberal, tem 18,4% das intenções de voto defendendo um Estado mais enxuto e menos impostos.
Que ganhou notoriedade ao coordenar a campanha nacional de vacinação contra a covid-19 (15,1%), e por Luís Marques Mendes, apoiado pelo governista Partido Social Democrata (PSD), de centro-direita (14,9%).
Consideram bastante provável que Ventura dispute o segundo turno, que acontece em 8 de fevereiro, mas avaliam como remotas suas chances de vitória, dado seu índice de rejeição, superior a 60%.
Turno seria uma grande vitória política para Ventura e ajudaria a legitimar a agenda do partido e a ideia de que está em ascensão", afirma o cientista político António Costa Pinto, da Universidade Lusófona de Lisboa.

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