Semana falando que as ligações entre ministros do Supremo Tribunal Federal e pessoas relacionadas ao caso do Banco Master "reforçam a impressão entre os eleitores brasileiros de que a Suprema Corte do país carece de imparcialidade".
Envolve políticos e juízes", a revista afirma que "as consequências da liquidação do Banco Master estão ficando feias".
Ter terminado em novembro, com a prisão do banqueiro e CEO Daniel Vorcaro e a liquidação do Master pelo Banco Central.
Efeitos da falência do Banco Master vão além do setor bancário. Isso porque Vorcaro passou anos cultivando laços com a elite brasileira", afirma.
Mercado financeiro e o Judiciário em Brasília, a capital, prejudicando a reputação do Supremo Tribunal Federal e do Congresso", escreve a Economist.
Campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília, defendida pelo governador Ibaneis Rocha; o contrato da esposa do ministro Alexandre de Moraes para defender o Master; a viagem do ministro Dias Toffoli em mesmo avião de um advogado do Master; e investimentos de Zettel em um resort que já foi ligado à família Toffoli.
Nesses casos, mas que "esses laços reforçam a impressão entre os eleitores brasileiros de que a Suprema Corte do país carece de imparcialidade".
Tribunal, Edson Fachin, um juiz sóbrio que evita os holofotes, propôs que o colegiado adotasse um código de ética nos moldes do Tribunal Constitucional da Alemanha. Os colegas de Fachin zombaram da proposta", diz.
Sórdida saga" é Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, "que se manteve firme contra as pressões para salvar o Banco Master".
Autonomia administrativa, orçamentária e financeira, além da autonomia operacional que já possui. Isso daria ao banco poderes mais robustos de supervisão sobre as instituições financeiras e um alívio das duvidosas maquinações de Brasília."

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