Turquia e Egito, disseram que vão aderir ao Conselho da Paz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo uma declaração conjunta.
Comprometeram anteriormente com o convite. Segundo a agência Reuters, até o momento cerca de 35 líderes mundiais afirmaram publicamente que integrarão o comitê.
Oficialmente o conselho durante uma cerimônia no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.
Durante a cerimônia de assinatura, que contou com a presença de alguns dos membros fundadores do conselho, entre eles o presidente argentino, Javier Milei, e o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
Vladimir Putin, também havia concordado em integrar o conselho, mas Putin disse que o país ainda está analisando o convite.
Reconstrução em Gaza. No entanto, o estatuto proposto não menciona o território palestino e parece ter sido concebido para substituir funções da Organização das Nações Unidas (ONU).
Países de maioria muçulmana, Arábia Saudita, Turquia, Egito, Jordânia, Indonésia, Paquistão e Catar, endossou o objetivo de consolidar um cessar-fogo permanente em Gaza, apoiar a reconstrução e avançar no que descrevem como uma "paz justa e duradoura".
Sendo avaliado, segundo a agência de notícias Reuters. Ele afirmou que a Rússia estava preparada para fornecer US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões) a partir de ativos russos congelados e que via o conselho como relevante, sobretudo para o Oriente Médio.
Criado por Trump Canadá e Reino Unido estão entre eles, mas ainda não se pronunciaram publicamente. Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Argentina, Albânia, Armênia, Azerbaijão, Belarus, Hungria, Cazaquistão, Marrocos e Vietnã já aderiram.
Paraguai também teriam aceitado o convite, segundo a Reuters.














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