Ataque dos EUA à Venezuela e captura de Maduro
Madrugada deste sábado (3/1) e a captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama por militares americanos provocaram uma onda de condenações entre líderes da América Latina.
Lula da Silva (PT) afirmou que o ataque é "inaceitável", viola a soberania venezuelana e abre um "precedente perigoso".
Venezuela, e de Cuba, aliado político de Caracas na região, foram os primeiros a se manifestar, logo após relatos de explosões na capital venezuelana e em outras cidades do território.
Com profunda preocupação os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns registradas nas últimas horas na República Bolivariana da Venezuela, bem como a consequente escalada da tensão na região", declarou pelas redes sociais o presidente colombiano, Gustavo Petro.
Da paz regional e apela urgentemente à desescalada, instando todas as partes envolvidas a se absterem de ações que aprofundem o confronto e a priorizarem o diálogo e os canais diplomáticos", prossegue o post.
Grave crise que afeta o país" e reiterou a posição de seu país em conformidade com os "princípios básicos do direito internacional".
Meio do diálogo e do apoio do multilateralismo, não por meio da violência ou da interferência estrangeira", declarou o presidente chileno.
Nações Unidas, a presidente mexicana Claudia Sheinbaum afirmou que "os membros da Organização devem abster-se, em suas relações internacionais, da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra maneira incompatível com os propósitos das Nações Unidas.
Que mantém uma longa disputa territorial com a Venezuela pela região de Essequibo, está monitorando a situação e que as forças de segurança estão totalmente mobilizadas, de acordo com nossos planos de segurança.
Kamla Persad-Bissessar, declarou: "Trinidad e Tobago continua a manter relações pacíficas com o povo da Venezuela".
Javier Milei, se manifestou com uma mensagem curta nas redes sociais comemorando o ataque: "A liberdade avança. Viva a liberdade, cara.

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