O carro elétrico "primo" do Renault Kwid que está usando um truque é o Dacia Spring, a versão europeia e atualizada do compacto elétrico
O truque adotado pela fabricante para conseguir vender a nova geração do veículo a um preço ultra competitivo (a partir de 17.900 euros, cerca de R$ 107 mil em conversão direta) consiste em eliminar completamente a tela da central multimídia de fábrica no modelo de entrada.
Dessa forma, o motorista usa o próprio telefone para funções de navegação (como Waze ou Google Maps), rádio, chamadas e músicas, reduzindo drasticamente o custo de fabricação do veículo sem que ele perca a conectividade. A estratégia lembra soluções já usadas no passado por carros populares brasileiros, como o Fiat Mobi e o Ford Ka.
Apesar dessas reduções, o compacto não é totalmente "pelado": ele mantém itens de conforto importantes como ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, freio de estacionamento eletrônico e um painel de instrumentos digital de 7 polegadas para o motorista. Mecanicamente, ele entrega 82 cv de potência e uma bateria que garante até 250 km de autonomia (ciclo WLTP).

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