O caso ocorreu em 21 de agosto de 2026, durante uma operação da Polícia Militar no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, área associada ao Terceiro Comando Puro (TCP).
A PM encontrou cinco artefatos explosivos em barricadas e veículos, alguns preparados para acionamento remoto. Segundo a corporação, foi a primeira vez que identificou o uso de um “carro-bomba” por traficantes no estado.
Cerca de 200 policiais participaram da operação, com blindados, unidades especializadas e apoio aéreo.
A resistência provocou a interdição temporária da Avenida Brasil e alterações no transporte público. Um motorista de ônibus foi atingido por uma bala perdida e ficou internado em estado estável.
Os explosivos foram isolados e retirados pelas equipes policiais; segundo a PM, ninguém ficou ferido durante a remoção.
O episódio ganhou importância porque representa uma mudança preocupante nas táticas empregadas por grupos criminosos no Rio, elevando o risco não apenas para policiais, mas também para moradores e pessoas que circulam pelas vias próximas. Nos dias seguintes, novas operações no Complexo de Israel continuaram provocando bloqueios e interrupções no transporte.

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