Realizada no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, em 24–25 de agosto de 2026.
Fortificada, descrita como uma espécie de instalação militar, com seteiras reforçadas — aberturas na estrutura que permitiam disparos de dentro do imóvel.
Mansão atribuída pela investigação ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, apontado como líder do TCP na região. O imóvel tinha pelo menos dois andares, jacuzzi, área de churrasco e academia, mas estava vazio quando os policiais chegaram.
Polícias Civil e Militar buscavam cumprir dezenas de mandados contra integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), em comunidades como Cidade Alta, Parada de Lucas, Vigário Geral, Cinco Bocas e Pica-Pau.
Prisões, apreensão de armas e drogas e a localização de um artefato explosivo próximo à estação de Parada de Lucas, que chegou a interromper temporariamente a circulação de trens.
Outro imóvel de luxo associado a Peixão conhecido como “resort” havia sido demolido durante uma operação policial.

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