Sim. Há mapeamentos públicos e acadêmicos que identificam a presença e a expansão das milícias no estado do Rio de Janeiro, embora eles não sejam uma lista definitiva de todos os grupos ou de todos os integrantes.
Os levantamentos mais completos são produzidos pelo GENI/UFF (Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense) em parceria com o Instituto Fogo Cruzado. Eles mostram:
áreas sob influência de milícias;
evolução histórica da ocupação territorial;
regiões em disputa;
comparação entre milícias e facções do tráfico.
Se o objetivo é entender o fenômeno, podemos mapear:
as principais organizações milicianas historicamente identificadas;
as regiões da capital, Baixada Fluminense e Região Metropolitana onde estudos indicam influência desses grupos;
a evolução territorial ao longo dos anos;
os mercados ilícitos explorados (como extorsão, transporte clandestino, venda de gás, internet clandestina e grilagem), conforme descrito em pesquisas acadêmicas e investigações públicas.
Também existe um mapa interativo público baseado nesses estudos, que permite visualizar o controle territorial por diferentes grupos armados na Região Metropolitana do Rio.

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