terrorismo e ações de aliados do Irã pelo mundo

 

Prolongar, maiores são as chances do conflito se alastrar para além da região por meio do terrorismo e do uso pelo Irã de organizações aliadas, aponta o diplomata e ex-integrante do Departamento de Estado americano da primeira administração Trump, Clarke Cooper.

Apesar dos golpes recentes à sua capacidade militar, o Irã ainda pode agir por meio de "seus representantes", tais como o Hamas, em Gaza, o Hezbollah, no Líbano, ou os houthis no Iêmen.

Será o risco em relação às capacidades assimétricas que Teerã poderá utilizar", diz, utilizando um termo técnico geralmente empregado para se referir a estratégias, tecnologias e métodos não convencionais usados ​​por uma força mais fraca para explorar as vulnerabilidades de um adversário mais forte, evitando o confronto militar direto.

Assuntos político-militares entre 2019 a 2021, durante o primeiro governo de Donald Trump. Antes disso, serviu como representante dos EUA nas Nações Unidas e integrou as Forças Armadas americanas em missões no Iraque e na África.

Privado e pesquisador do centro de estudos Atlantic Council, com foco em segurança e Oriente Médio.

Momento em que militantes iranianos invadiram a embaixada dos EUA em novembro de 1979 e fizeram americanos reféns, houve uma espécie de continuidade de atos de perturbação e terrorismo, não apenas localmente, mas também de um ponto de vista transregional."

Novembro de 1979 marcou o ápice do declínio das relações entre Irã e Estados Unidos. Na ocasião, dezenas de americanos foram mantidos reféns por mais de um ano. Após esse episódio, as relações entre os dois países foram rompidas e se iniciou o longo histórico de sanções americanas.

Acusam o Irã de ser o principal "patrocinador estatal do terrorismo no mundo". Segundo Washington, o apoio financeiro ao chamado "eixo da resistência" é parte importante da estratégia iraniana para se tornar uma potência regional.

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