O polêmico acordo que permite a presença de militares

 

Para combater o crime organizado. Para outros, é uma "ingerência direta" americana no Paraguai.

Sancionou há alguns dias o Acordo do Estatuto das Forças (SOFA, na sigla em inglês), assinado com os Estados Unidos.

Temporária de pessoal civil e militar do Pentágono e de empresas americanas no Paraguai, para realizar atividades relacionadas à entrada de veículos, treinamento e exercícios militares.

Entre o secretário de Estado americano, Marco Rubio, e o chanceler paraguaio, Rubén Ramírez Lezcano. O Congresso do Paraguai ratificou a decisão na semana passada.

Estabelece o marco jurídico para facilitar a cooperação e o treinamento conjunto em termos de segurança e defesa", informou o governo paraguaio, em breve comunicado.

Dividiu o Congresso paraguaio e acendeu os debates.

Outorga privilégios excessivos aos Estados Unidos, estabelecendo uma relação desigual em matéria de segurança entre os dois países.

Partido Liberal, defende que "celebrar este acordo é ser um verdadeiro antipatriota". Já o dirigente da Frente Guasu, Sixto Pereira, definiu o convênio como "ingerência direta".

Participação de Peña na reunião de cúpula Escudo das Américas, uma iniciativa de segurança do hemisfério promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ela aprovou a criação de uma Coalizão Anticartéis das Américas.

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