Territórios britânicos no Caribe foram um mistério por muito tempo.
Reuniu para a primeira expedição além das águas pouco profundas das ilhas.
Um enorme "buraco azul", com recifes de coral aparentemente intocados pelas mudanças climáticas e criaturas marinhas nunca vistas até então.
Semanas, 24 horas por dia, os pesquisadores submeteram câmeras e outros equipamentos a condições extremas de pressão da água e conseguiram gravar a 6 mil metros de profundidade.
Turks e Caicos, eles precisaram contar com mapas de décadas atrás, com graves erros e áreas inteiras não assinaladas.
Mesofóticos, costumam ser profundos demais para serem afetados pelo aumento das temperaturas do oceano.
Climáticas, o aquecimento oceânico já prejudicou 80% dos corais do planeta desde 2023.
Ecossondas baixadas do costado do navio, os pesquisadores mapearam quase 25 mil km² do fundo do mar e tiraram 20 mil fotografias. Elas incluem peixes-lanterna brilhantes e cefalópodes de aspecto alienígena.
Lua melhor que a do nosso próprio planeta", destaca Bell. "Você envia para lá um satélite e eles são cartografados em poucas semanas."
Com o nosso oceano. Precisamos mapeá-lo pouco a pouco, utilizando instrumentos acústicos a bordo de navios."
Descobriu algo que faltava nas cartas marinhas existentes: uma crista montanhosa extremamente íngreme de 3,2 mil metros de altura, que se estende por 70 km ao longo do leito marinho, a oeste de um lugar chamado Gentry Bank.

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