Diretor de combate ao terrorismo no governo dos EUA

 

Contraterrorismo pediu demissão em função da guerra no Irã, aconselhando o presidente a "reverter o curso".

Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, declarou que o Irã "não representava ameaça iminente" aos Estados Unidos e que o governo "começou esta guerra devido à pressão de Israel e seu poderoso lobby americano".

Especiais dos Estados Unidos. Sua esposa, a técnica em criptologia da marinha americana Shannon Kent, foi morta em um bombardeio na Síria em 2019.

Trump detinha "evidências convincentes" de que o Irã iria atacar os Estados Unidos em primeiro lugar.

Terça-feira (17/3), Trump declarou achar Kent um "bom rapaz", mas "fraco em questões de segurança".

Renúncia de Kent fez com que ele percebesse que "é bom que ele esteja fora" e discordou da avaliação do ex-funcionário sobre a ameaça iraniana.

Alto escalão do governo Trump a criticar publicamente a operação dos Estados Unidos e Israel no Irã.

Afirmou que "altas autoridades israelenses" e influentes jornalistas americanos semearam "desinformação", levando o presidente a comprometer sua plataforma "América em Primeiro Lugar".

Presidente a acreditar que o Irã representava uma ameaça iminente aos Estados Unidos", prossegue a carta. "Era uma mentira."

Ele concorreu duas vezes ao Congresso americano, sem sucesso.

Foi confirmado no cargo por pequena margem. Muitos democratas criticaram suas ligações com grupos extremistas, incluindo membros do grupo Proud Boys.

Recusou a retirar as afirmações de que agentes federais teriam fomentado o levante de 6 de janeiro no Capitólio e que Trump teria vencido as eleições presidenciais de 2020.

Reportava à diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard. Ele supervisionava a análise e detecção de possíveis ameaças terroristas de todas as partes do mundo.

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