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Maduro disse sobre acusações de Trump em tribunal de NY

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  Federal de Nova York, nos Estados Unidos, Nicolás Maduro se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas, disse que continua sendo o presidente da Venezuela e que é um "prisioneiro de guerra". Narcoterrorista, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e outros crimes. Tribunal, onde acompanhou a audiência nesta segunda-feira (5/1). Sou um homem decente", disse Maduro. Usando um uniforme prisional, com os pés algemados, junto com sua esposa, Cilia Flores. Ela também se declarou inocente. Bandeiras da Venezuela e cartazes a favor e contra Maduro, acompanharam a audiência do lado de fora. Acenou com a cabeça e pareceu dizer "Buenos días" ("Bom dia", em espanhol) para algumas pessoas na plateia. Que haveria um "momento e lugar" mais apropriados para ele compartilhar essa informação. Fones de ouvido para ouvir a tradução em espanhol. Em um bloco de notas amarelo, o qual pediu permissão do ...

Filho de Maduro declara 'apoio incondicional'

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  Manifestou "apoio incondicional" à presidente interina, Delcy Rodríguez — contrariando rumores de uma possível traição por parte de Rodriguez contra seu pai, detido em um ataque dos Estados Unidos no último sábado (3/1). Vice-presidente da Venezuela. Ela tomou posse nesta segunda-feira como presidente interina do país, em uma cerimônia realizada no Parlamento. Ele afirmou que a captura de seu pai não quebrou a coesão do grupo nem a lealdade interna. Para essa dura tarefa que está diante de você. Conte comigo. Conte com a minha família. Você pode contar com a nossa força para dar os passos corretos à frente dessa responsabilidade que hoje cai sobre você", declarou Maduro Guerra. Unidade absoluta, para alcançar os objetivos da paz na Venezuela, para fazer o país avançar e para que Nicolás retorne e eu peço que ele retorne", acrescentou. Pai como um "sequestro", criticou a ação dos EUA e disse que "nenhum país está seguro". Conter impérios e, sem ...

Na crise da Venezuela Brasil é mais forte frente a Trump

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  Que outros países da América Latina para lidar com a nova política agressiva dos Estados Unidos para a região, avalia o cientista político Ian Bremmer, fundador da consultoria de risco Eurasia Group. Bombardeou a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro, além de fazer ameaças a Cuba, México e Colômbia na sequência, disseminando apreensão entre governos latino-americanos. Em uma coletiva de imprensa, Bremmer destacou que o país não tem "problemas de segurança nacional" com os Estados Unidos. Conseguiu um recuo de Trump sem fazer concessões, lembrou o analista, citando a retirada de boa parte das tarifas extras impostas aos produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos, algo que impactava negativamente o bolso dos consumidores americanos, trazendo riscos para a popularidade do republicano. Posição mais forte", disse Bremmer, após apresentar o relatório anual da Eurasia sobre riscos globais. Segurança nacional com os Estados Unidos, seria outra história, ma...

EUA x Venezuela Trump ameaça presidente interina Delcy Rodríguez

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  🧨 Contexto imediato O presidente Donald Trump fez declarações duras nesta manhã contra Delcy Rodríguez, que foi designada presidente interina da Venezuela após a captura do então presidente Nicolás Maduro por forças dos EUA em uma operação militar.  Trump disse em entrevista à revista The Atlantic que, se Delcy “não fizer o que é certo”, ela poderá “pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro” — em tom que muitas fontes descrevem como uma ameaça direta.  📌 O que Trump quer O presidente americano condicionou a continuidade do relacionamento com Caracas à cooperação da nova liderança venezuelana com as exigências de Washington, incluindo, segundo autoridades dos EUA, controle de tráfico de drogas, mudanças políticas e abertura ao investimento americano no setor petrolífero.  O secretário de Estado Marco Rubio, em declarações à imprensa, reforçou que os EUA julgarão as ações do novo governo e usarão “diversas ferramentas de pressão” se não houv...

Ação de Trump na Venezuela pode criar um precedente para potências

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  A ideia por trás dessa afirmação é que qualquer ação unilateral de uma grande potência contra outro Estado — especialmente fora de um mandato claro de organismos internacionais — tende a gerar efeitos sistêmicos. No caso de uma eventual ação dos EUA sob Trump contra a Venezuela, o precedente poderia se manifestar em alguns níveis: Erosão do direito internacional Se uma potência justifica intervenção com base em argumentos amplos (como “ameaça à segurança”, “defesa da democracia” ou “proteção humanitária”) sem respaldo multilateral, outras potências podem usar justificativas semelhantes para agir em suas próprias zonas de influência. Normalização de intervenções unilaterais Rússia, China ou potências regionais poderiam apontar o exemplo americano para legitimar ações contra vizinhos, alegando interesses estratégicos ou proteção de populações específicas. Fragilização de instituições multilaterais ONU, OEA e outros fóruns perdem relevância quando grandes atores demonstram que decis...