Guerra no Irã pode fazer Kim Jong-un temer pelo futuro
Complexos depois que os Estados Unidos e Israel lançaram uma guerra contra o Irã.
Ataques como uma "guerra de agressão injustificável". Afinal, o Irã e a Coreia do Norte mantêm desde 1979 uma "aliança de sangue antiamericana" e, posteriormente, construíram uma parceria no desenvolvimento de mísseis.
Exportações de armas norte-coreanas, segundo um ex-diplomata da Coreia do Norte ouvido pela BBC sob condição de anonimato.
Colocam a Coreia do Norte em uma posição muito mais vantajosa do que o Irã: seu arsenal nuclear e o apoio da China.
Kim Jong-il desapareceu por 50 dias. Segundo a inteligência sul-coreana, ele passou a maior parte desse período escondido em um bunker no complexo de Samjiyon, a cerca de 600 km da capital, Pyongyang.
Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês), a Coreia do Norte possui cerca de 50 ogivas nucleares e material suficiente para produzir outras 40. Em julho de 2024, a Coreia do Sul alertou que a Coreia do Norte estava nos "estágios finais" de desenvolvimento de uma arma nuclear tática, de menor alcance e destinada ao uso em campo de batalha.
Também afirmou que a Coreia do Norte estava próxima de desenvolver um míssil balístico intercontinental capaz de atingir o território continental dos EUA com uma ogiva nuclear — embora ainda haja dúvidas sobre o sistema de orientação do míssil e sua capacidade de proteger a ogiva durante a reentrada na atmosfera.
Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que o Irã possui "um programa nuclear muito amplo e ambicioso", mas disse não ter visto evidências de um "programa estruturado para fabricar armas nucleares".
Em impor restrições adicionais ao seu programa de enriquecimento de urânio. As inspeções da AIEA também foram ampliadas, o que ajudou a desacelerar o programa nuclear iraniano, afirma Jang Ji-hyang, especialista em Oriente Médio do Instituto Asan de Estudos Políticos.
Em 2018, o Irã passou a limitar o acesso da AIEA às suas instalações nucleares. A agência afirmou, em um relatório confidencial, que o país interrompeu toda a cooperação após a guerra com Israel em junho de 2025, segundo a agência Associated Press.
Teste nuclear em 2006 e, três anos depois, expulsou todos os inspetores da AIEA. Desde então, conduziu mais cinco testes nucleares, sendo o último em 2017.

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