Decisão histórica da ONU sobre escravização

Nações Unidas (ONU) votou na quarta-feira (25/3) para reconhecer a escravidão de africanos durante o tráfico transatlântico como "o crime mais grave contra a humanidade", medida que defensores esperam abrir caminho para reparação e justiça.
Reconhecimento e também insistiu que os Estados-membros da ONU considerassem pedir desculpas pelo tráfico de escravizados e contribuir para um fundo de reparações. O texto não menciona um valor específico.
Favor e três contrários: Estados Unidos, Israel e Argentina.
Abstiveram, incluindo o Reino Unido e Estados-membros da União Europeia.
Samuel Okudzeto Ablakwa, disse ao programa Newsday, da BBC: "Estamos exigindo compensação, e sejamos claros: os líderes africanos não estão pedindo dinheiro para si próprios".
Apoio a iniciativas, como fundos educacionais e patrimoniais, além de programas de treinamento profissional."
Nos últimos anos, a "justiça reparatória" foi o tema oficial da União Africana para 2025, e os líderes da Commonwealth pediram conjuntamente diálogo sobre o tema.
Gana não estava colocando sua dor acima da de ninguém, mas apenas registrando um fato histórico.
Cerca de 12 a 15 milhões de pessoas foram capturadas na África e levadas para as Américas, onde foram forçadas a trabalhar como escravizados. Estima-se que mais de 2 milhões tenham morrido durante a travessia.
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