Como foram os quase 200 dias de Bolsonaro

 

Jair Bolsonaro (PL) está de volta em casa. Ao menos por 90 dias.

Sexta-feira (27/3) do hospital DF Star, em Brasília, onde estava internado desde 13 de março, em tratamento para uma broncopneumonia bilateral.

Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, atendeu um pedido da defesa de Bolsonaro e determinou que o ex-presidente fosse transferido para o regime de prisão domiciliar humanitária.

Prisão em regime fechado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

Considerado os laudos sobre o estado de saúde de Bolsonaro, porém, limitou a prisão residencial a um período de três meses.

Acelerou a ida de Bolsonaro a uma prisão. Naquela noite, o ex-presidente tentou romper a tornozeleira eletrônica.

Bolsonaro foi então transferido para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Por Alexandre de Moraes como um fator contrário à concessão de benefícios posteriores, como a prisão domiciliar.

Tentou abrir a tornozeleira eletrônica após sofrer um episódio de "paranoia" e "alucinação" devido ao uso combinado de remédios.

Pregabalina — medicamento indicado para o tratamento de dores crônicas e de origem neurológica — e de sertralina, antidepressivo indicado para o tratamento de depressão e transtornos de ansiedade.

Remédios teria provocado efeitos colaterais. Ele relatou ter acreditado que a tornozeleira eletrônica pudesse conter um dispositivo de escuta clandestino, o que teria motivado sua tentativa de mexer no equipamento.

Dias antes de o STF terminar de julgar os recursos de sua defesa que definiriam o local do cumprimento da pena. Esse movimento também serviu de base para as disputas posteriores entre defesa e STF.

Fragilidade do estado de saúde do ex-presidente e a necessidade de um tratamento especial. Do outro, o Supremo insistiria, na existência de estrutura suficiente para sua permanência sob custódia.

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