Brasil não pode abrir mão de submarino nuclear nem ceder à pressão

 

Como boa parte dos membros da Marinha, um especialista em navegação.

Conturbadas águas da burocracia brasileira e da conjuntura internacional para conduzir a maior ambição militar da história brasileira: a construção do primeiro submarino nuclear do Brasil.

Chefe da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM) desde 2024. Ele tenta colocar de pé, ou no mar, um projeto que vai completar 47 anos em 2026 e que já consumiu, junto com a construção de outros quatro submarinos convencionais, aproximadamente R$ 40 bilhões desde 2008.

Orçamento. Em março deste ano, veio à tona um pedido feito de R$ 1 bilhão feito pela Marinha para evitar a paralisação do programa.

Rabello disse à BBC News Brasil, com que o projeto tivesse sua data de conclusão alterada diversas vezes, saindo de 2024 para 2037.

Montado em terra um protótipo do reator e do sistema de propulsão. Neste protótipo, os técnicos vão fazer testes para verificar a eficiência do reator e se ele consegue operar em condições de segurança.

Necessária para o projeto. O país detém jazidas de urânio, a tecnologia de enriquecimento e de transformação do minério em combustível nuclear e vem desenvolvendo um projeto nacional de reator.

Ainda não foi materializado no submarino.

Construir um novo reator e um novo sistema de propulsão e acoplá-lo ao casco na Base Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para mais testes antes de ser finalmente entregue.

Aos convencionais, mas sua propulsão é gerada por um reator nuclear acoplado aos seus motores.

Segundo os militares, para proteger os mais de 8 mil quilômetros de costa do Brasil. O submarino nuclear tem capacidade de se deslocar com velocidade muito maior do que os submarinos convencionais.

Com torpedos convencionais e não com mísseis nucleares, já que o Brasil é signatário do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP).

Avançar as negociações do Brasil com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Realiza inspeções de programas nucleares dos países signatários do tratado, como o Brasil.

Regras da agência, o Brasil precisa chegar a um consenso com a AIEA sobre como ela fará as inspeções necessárias para se certificar de que o submarino nuclear brasileiro ou as suas instalações não seja usadas para a proliferação de armas ou tecnologia que resulte na produção de armas nucleares.

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