Toffoli diz a Fachin que não vê impedimento para continuar


Aqui está um resumo atualizado e contextualizado sobre a declaração de Dias Toffoli ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sobre sua permanência na relatoria do caso Banco Master:

📌 Situação atual do caso

A Polícia Federal (PF) apresentou a arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli, pedindo ao presidente do STF, Edson Fachin, que o ministro fosse considerado suspeito e afastado da relatoria das investigações envolvendo o Banco Master. O pedido tem como base menções ao nome de Toffoli encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que é investigado no caso.

Fachin abriu um procedimento interno e notificou Toffoli para que ele se manifeste sobre as alegações e decida se continuará como relator.

🗣️ O que Toffoli disse

Toffoli afirmou, por meio de nota, que não vê impedimento para continuar na relatoria. Ele classificou o pedido de suspeição formulado pela PF como “ilações”, argumentando que a corporação não tem legitimidade para pedir sua suspeição porque não é parte no processo, com base no artigo 145 do Código de Processo Civil.

Essa declaração foi direcionada a Fachin, que agora analisa se há ou não motivos para afastá-lo, conforme os procedimentos internos do STF.

📍 O que acontece agora

A decisão final sobre a permanência de Toffoli na relatoria depende de Fachin — ele pode manter o ministro no caso ou determinar seu afastamento, com possível encaminhamento ao plenário do STF para análise colegiada.

Até que essa decisão seja tomada, Toffoli segue no comando da relatoria, tendo afirmado que não pretende se afastar por considerar o pedido sem base jurídica sólida.


 

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