Anunciou na quarta-feira (22/1) que existe uma "estrutura de um acordo futuro em relação à Groenlândia".
Crescentes tensões, que chegaram a incluir ameaça do uso de força militar para conquistar o território semiautônomo de um aliado da Otan, a Dinamarca.
Aceitável para a Dinamarca e a Groenlândia, que deixaram claro que não abrem mão da soberania da maior ilha do mundo?
Diálogos durante o Fórum Econômico Global em Davos, na Suíça.
Com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, formamos a estrutura de um futuro acordo em relação à Groenlândia", postou o presidente americano na sua plataforma Truth Social.
Anônimas para afirmar que uma ideia proporia a cessão pela Dinamarca da soberania sobre pequenas áreas da Groenlândia, onde os Estados Unidos construiriam bases militares.
Existentes em Chipre, que estão sob a soberania britânica desde a independência da ilha do Mediterrâneo, em 1960.
Dinamarca e a Groenlândia não renunciarem à sua soberania.
Mencionou a ameaça de navios russos e chineses em volta da ilha. Mas a Dinamarca afirma que "hoje", esta ameaça não existe.
Tranquilizar os Estados Unidos de que eles irão aumentar a segurança no Ártico. E Mark Rutte afirma que o acordo sendo discutido também exigirá esta contribuição.

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