Aproveitou sua passagem pelo Fórum Econômico de Davos, na Suíça, nesta quinta-feira (22/01), para fazer o lançamento oficial do "Conselho de Paz".
Governo norte-americano que, inicialmente, tinha com o objetivo promover a reconstrução e a desmilitarização da Faixa de Gaza após mais de dois anos de conflitos entre o Hamas e Israel.
Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) endossada em novembro de 2025 e que prevê que ele atue na administração transitória da Faixa de Gaza até que a Autoridade Palestina finalize um processo de "reforma".
Quinta-feira, Trump estava acompanhado de líderes e representantes de 19 países que aderiram à iniciativa, entre eles os da Arábia Saudita, Indonésia e Argentina.
Governo norte-americano para fazer parte do novo órgão.
Segurança da ONU, a proposta vem gerando desconfiança entre analistas e governos sobre os reais objetivos do órgão criado por Trump.
Para tratar da reconstrução de Gaza aumentaram nos últimos dias depois que o conteúdo da carta fundadora do grupo foi divulgado por veículos de imprensa.
Foi a falta de uma menção específica à Faixa de Gaza, o que levantou questões sobre se o Conselho existiria apenas para lidar com a questão palestina ou se seria uma tentativa de substituir a ONU, entidade que é frequentemente criticada por Trump.
Conselho e que o grupo terá um conselho executivo composto, em grande maioria, por integrantes do governo norte-americano como o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, o enviado especial do presidente, Steve Witkoff, e o genro e conselheiro de Trump, Jared Kushner.

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