Eduardo confirma ter assinado contrato de gestão financeira de filme de Bolsonaro

 

A notícia trata de uma mudança na versão apresentada por aliados de Eduardo Bolsonaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Inicialmente, integrantes ligados ao projeto negavam que houvesse dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, envolvido na produção. Depois, o senador Flávio Bolsonaro confirmou que houve um contrato de gestão financeira relacionado ao filme, embora continue negando que os recursos tenham sido destinados diretamente a Eduardo Bolsonaro.

O ponto central da controvérsia é o seguinte:

Reportagens apontaram transferências milionárias — cerca de US$ 2 milhões inicialmente mencionados e valores maiores em outras apurações — para um fundo chamado Havengate Development Fund LP, no Texas, administrado por um advogado ligado a Eduardo Bolsonaro.
A Polícia Federal estaria investigando se o dinheiro realmente financiou o filme ou se teria servido para sustentar estruturas políticas e pessoais ligadas a Eduardo nos EUA.
A produtora do filme afirmou publicamente que não recebeu recursos diretamente de Daniel Vorcaro ou do Banco Master, criando uma aparente contradição com as falas de Flávio Bolsonaro.

Na entrevista citada, Flávio explicou que:

o fundo existia para a produção do filme;
o gestor era um advogado “de confiança” de Eduardo Bolsonaro;
ele assinou um acordo considerado “normal” para estruturar financeiramente o projeto;
e que os recursos teriam sido usados integralmente no longa, não para custear Eduardo nos Estados Unidos.

O filme “Dark Horse” é uma produção sobre Jair Bolsonaro, com roteiro ligado ao deputado Mario Frias e participação de produtores conservadores internacionais.



FONTE: BBC BRASIL

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