Sou contra a guerra tanto quanto à repressão à República Islâmica

 

Do Irã, digo eEpresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 28/2, dia em que, junto com Israel, atacou o Irã.

Ativista iraniana pelos direitos das mulheres e pesquisadora da Universidade Vrije, em Amsterdã (Holanda).

Serviço em espanhol da BBC, Shojaee questiona: "Como se pode pensar que uma intervenção militar, um ataque, pode trazer democracia?".

Ele e seu exército estão atacando a nossa nação", continua.

Longa história de luta contra o totalitarismo, a ditadura, especialmente dentro do movimento feminista".

Professora iraniana-americana de História do Oriente Médio na Universidade Brandeis (EUA), ela também não tinha notícias sobre seus parentes.

Com os pais para os EUA quando ainda era criança, é autora de The Intimate Lives of a Revolution: Iran 1979 ("As vidas íntimas de uma revolução: Irã 1979", em tradução livre).
Sobre a mensagem de "liberdade" que o presidente americano dirigiu aos iranianos.

Cair, havia uma parte importante da população no Irã, não sei se era majoritária, ninguém sabe, que sentia que nunca conseguiria se livrar da República Islâmica", diz Sohrabi, falando de Massachusetts.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

General confirma que escreveu plano para matar Lula e Moraes

Mudança de Trump sobre cessar-fogo pode favorecer Rússia

EUA acusam Judiciário no Brasil