Evolução da sala de controle das missões da Nasa

 

Nasa ficava no Edifício 1385 em Cabo Canaveral, no Estado americano da Flórida.

Supervisionar os voos tripulados do Projeto Mercury (1958-1963), que transportava apenas um astronauta de cada vez, e as primeiras missões Gemini (1961-1966), com dois tripulantes. Ele foi o modelo de todas as salas de controle de missões até hoje.

Diferente da espaçonave. Todas as decisões eram supervisionadas por um diretor de voo sentado ao fundo e todas as comunicações com os astronautas eram feitas por um comunicador de cápsula (abreviado em inglês como "capcom").

Suspensa sobre fios, que imitava o voo da aeronave. Os círculos na tela representavam as estações de comunicação em terra e em navios espalhados pelo mundo.

Construídas para as missões Apollo no novo Centro Espacial Tripulado (posteriormente rebatizado como Centro Espacial Lyndon B. Johnson), na periferia de Houston, no Estado americano do Texas, com tecnologia de ponta para a época.

Pela retroprojeção de uma representação do voo gerada digitalmente e os vários consoles exibiam inúmeros dados, ao lado das fileiras de botões com cores brilhantes.

Comunicações globais, além de cinco dos mais recentes computadores IBM 360 para analisar, em tempo real, todos os aspectos da velocidade, trajetória e condições da espaçonave.

Entre a terra e o espaço. Isso faz com que sempre haja uma única voz falando para os astronautas, evitando mensagens confusas ou conflitantes.

Astronautas conhecidos, de confiança dos seus colegas e familiares com a espaçonave.

Controle foi tirada durante o primeiro pouso na Lua, da Apollo 11, em 1969.

Astronautas Charlie Duke, que caminharia na Lua na Apollo 16, Jim Lovell (1928-2025), da Apollo 8 e 13, e Fred Haise, da Apollo 13.

Durante a missão Apollo 11, a resposta de Duke no controle da missão se tornou quase tão famosa quanto aquela:

Ficando azuis, aqui. Estamos respirando de novo.

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