A ameaça de greve dos caminheiros que atormenta Lula

 

Ameaçam paralisar atividades nos próximos dias, em meio à alta do diesel, provocada pela guerra no Irã.

Governo corre para anunciar novas medidas, na tentativa de apaziguar os ânimos da categoria que parou o país em 2018.

Que em 2018", afirma o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, em entrevista à BBC News Brasil.

Categoria impactou fortemente a economia brasileira, explicitando a forte dependência do país no transporte rodoviário de carga, e enfraquecendo o governo de Michel Temer (MDB), com implicações também nas eleições daquele ano.

Brasil, subiu 19,4% no país desde 28 de fevereiro, quando começou o ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã, segundo painel de monitoramento de preços da ValeCard, a partir de dados de abastecimentos em mais de 25 mil postos em todo o Brasil.

Novas medidas em uma tentativa de conter os ânimos da categoria, já de olho nos possíveis impactos eleitorais e sobre a popularidade de Lula de uma eventual paralisação.

Renan Filho, e o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, anunciaram iniciativas para ampliar a fiscalização do cumprimento da tabela do piso mínimo do frete e para responsabilizar infratores.

Conquistas da greve de 2018, mas a categoria afirma que ela não vem sendo cumprida pelas empresas.

Desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação de diesel, com compensação de 50% da receita pela União, em uma renúncia total estimada em R$ 3 bilhões por mês.

Avaliam os anúncios do governo nesta quarta-feira, para decidir se são suficientes para desmobilizar o indicativo de greve.

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